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Esperança

 

Fugi várias vezes da responsabilidade de escrever no blog só para não ter que lembrar das inúmeras crueldades realizadas em seres iguais a nós e que julgamos inferiores.  Infelizmente, os maus-tratos parecem não ter fim, no entanto, nem todo mundo desistiu de tentar.

 

Uma reportagem do dia 21 de junho informou que investigadores franceses alcançaram uma etapa significativa na eliminação dos testes em animais graças a um teste in vitro capaz de informar se uma substância química produz ou não irritações cutâneas. O teste, aperfeiçoado por um centro de bio-engenharia, pode ser visto como um avanço nas técnicas que buscam testar produtos para o ser humano sem que os animais saiam prejudicados.

 

Desta vez, para uma pessoa usar cremes maravilhosos para a pele, um macaco, por exemplo, não presisará perder seus pêlos. Graças à inovação dos franceses, talvez menos testes serão realizados em animais, preservando o que temos de melhor: Nosso ecossistema.

 

"Segundo as estimativas, cerca de vinte mil animais, na sua maioria coelhos, são utilizados anualmente na Europa para testar a toxicidade das substâncias químicas", diz o site do Ciência Hoje. Não é só o número que assusta, mas até que ponto somos assassinos, seja diretamente (aplicando o teste ou vendendo o produto) ou indiretamente (sendo o consumidor).

 

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- Postado por: Fernanda Colmenero às 19h51
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Triste fim

 

Os animais de tração são tratados como verdadeiras máquinas no Brasil. Esses eqüinos são explorados, mal alimentados e obrigados a trabalhar além de suas forças, mesmo doentes e famintos. Nas grandes cidades como São Paulo, Brasília, Porto Alegre, os bichos morrem atropelados e provocam sérios acidentes.

 

Geralmente os cavalos são utilizados para transportarem papelão e lixo, e também para o lazer. Mas os carroceiros estão preocupados exclusivamente com o lucro, na maioria das vezes o animal carrega cargas excessivas de peso. Além disso, são submetidos a horários exaustivos de trabalho sem quase tempo nenhum para descanso e vivem de forma precária sem qualquer atendimento de veterinário.

 

Quando os animais estão doentes ou machucados são abandonados ou morrem de fome e de sede. Outra alternativa para se livrar dos animais “imprestáveis” é entregar os animais a matadouros clandestinos, onde são mortos de forma cruel e geralmente repassados para consumo como carne de boi.

 

Há muito tempo os animais de tração são submetidos a maus tratos e apesar da Declaração Universal dos Direitos dos Animais nada é feito para mudar essa atual situação, enquanto os donos permanecem impunes os bichos morrem.A conscientização da população e a fiscalização seriam um grande começo para mudar essa crueldade que ocorre todos os dias no Brasil.

 

 

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- Postado por: Adriana Luna às 11h11
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Prazer de Matar

 

Segundo notícia publicada nessa quarta-feira (07/11/2007) no site G1, uma reserva na cidade indiana de Siliguri está fazendo um trabalho de adestramento com seus elefantes para que os bichos aprendam a se fingir de mortos. Tudo porque, fora do santuário, os animais estão se tornando presas cada vez mais fáceis de caçadores.

 

A caça é uma prática antiga adotada pelos homens pré-históricos que precisavam se alimentar e se proteger de alguma maneira. Atualmente ela virou um esporte que não faz jus ao nome que recebe. O que é feito nos dias de hoje não é caçar, é apenas matar! Caçar implica em uma morte com finalidade, como acontecia na idade das pedras. Os "caçadores" atuais querem apenas abater um animal por prazer e depois tirar algumas fotos da sua "conquista" em pose de "dono do mundo".

 

Por conta da extinção ou ameaça de extinção de algumas espécies criaram-se normas reguladoras para esse tipo de prática, que agora só é permitida em locais determinados, para certas espécies e com quantidade limitada. No Brasil, o único estado que permite a caça esportiva é o Rio Grande do Sul. No entanto, a grande maioria dos caçadores não respeita essas normas, caçando mesmo durante os períodos proibidos. Não só animais adultos, mas também jovens e fêmeas grávidas são alvos dessa brutalidade. Muitas vezes após atirar, esses homens nem se quer recolhem os animais, que ficam agonizando, feridos, durante dias.

 

O resultado disso são notícias curiosas como essa publicada no site G1. Elefantes são obrigados a aprender táticas de defesa dentro do seu próprio habitat para se defender de nós, "animais racionais". Caçar por diversão é o mesmo que matar por futilidade, destruir famílias de animais, quebrar cadeias ecológicas e provocar sofrimento e dor. Só o bicho homem mata por matar seres vivos que têm tanto direito à vida quanto ele.

 

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- Postado por: Débora Spitzcovsky às 20h45
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Tartarugas a salvo

 

As tartarugas marinhas são muito importantes para o ecossistema. Porém, de cada mil filhotes que nascem apenas dois chegam à maturidade. Isso ocorre porque na natureza há muitos obstáculos a serem enfrentados e o homem é o maior causador disso.

Com a caça e coleta dos ovos das tartarugas, o homem consegue utilizar a carne como alimento e o casco para produzir óculos, pentes e enfeites. Nesse caso, os animais eram caçados quando subiam às praias para a desova.

Porém, hoje a principal causa da extinção das tartarugas marinhas é a pesca incidental. Elas caem nas redes de pesca e como não conseguem subir à superfície para respirar e acabam desmaiando ou até morrendo.

Outro problema que pode acabar com a vida dessas espécies marinhas é o sombreamento. Construções e plantações altas no litoral aumentam o sombreamento das praias de desova. Com a diminuição da temperatura da areia, o número de filhotes machos aumenta. Além disso, a iluminação artificial resultada da urbanização nas praias também prejudica as fêmeas e os filhotes.

Muitos são os problemas a serem resolvidos para melhorar as condições de vida das tartarugas. Contudo, projetos como o Projeto Tamar possuem uma função importante na preservação das espécies em extinção e de outras, para que a biodiversidade não seja prejudicada.

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- Postado por: Bárbara Forte às 09h07
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Pássaro preto

 

O pássaro preto é um animal pouco conhecido, pois é um animal silvestre que não deveria ser visto com facilidade. Infelizmente, não é o que acontece.

Devido a sua beleza, é muito quisto pelos amantes de pássaros e colecionadores por ser um animal fácil de domesticar, manso e inteligente.

Além disso, muitas pessoas compram clandestinamente e os criam em cativeiros desde filhotes, diferente do que acontece com outros pássaros mais conhecidos.

Quando esses animais saem de seu habitat para outro que não estão acostumados, morrem devido à viagem e às mudanças do clima. O transporte não é adequado e os pássaros são colocados juntos em uma gaiola pequena sem o menor cuidado.

O pássaro preto é um animal difícil de procriar em cativeiro, por isso sua raça está se extinguindo. No entanto, parece que as pessoas pouco se importam.

Vamos proteger o que temos de belo. Se é para criar animais em casa, procure o IBAMA peça autorização, assim, com os devidos cuidados, com certeza nenhum animal será extinto.

 

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- Postado por: Marina Dias às 04h36
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Roubo de animais

 

É cada vez mais comum o roubo de animais em todo o mundo. A polícia da África do Sul, recebeu uma denúncia anônima este mês e apreendeu duas vacas e dois bodes que estavam sendo roubados dentro de um Fiat Uno. Infelizmente, o motorista abandonou o carro quando viu que estava sendo seguido e conseguiu fugir. Em outra situações, os ladrões colocaram duas vacas e sete bodes dentro de um Toyota.

 

Diversas gangues vendem esses animais a açougues em diferentes cidades da África do Sul. Uma entidade de combate ao roubo de gado no país chamada National Anti-Stock Theft Forum, tem dados afirmando que mais de 62 mil vacas foram roubadas.

  

As pessoas sacrificam, roubam e vendem animais para açougues de forma ilegal e clandestina. Assentos de veículos são modificados para que mais animais caibam dentro de um carro e mais lucro possa se obter. Nem sempre pode se punir quem comete crimes como esse; porém, ainda existem pessoas que denunciam esse tipo de abuso e graças a elas animais são salvos.

 



- Postado por: Andressa Monteiro às 17h45
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Abatedouros: barbaridade sem limites

Muitas pessoas ao comprarem carne para o consumo não têm idéia da crueldade que os animais sofrem para o alimento chegar nas casas delas. O abatimento para a extração da carne é o mais desumano possível. Os animais são tratados como verdadeiros objetos pelo o homem.

O caminho percorrido desde o abatedouro até as mesas das casas é longo, muitos animais são torturados por mais de 30 minutos até morrer. A forma em que são “armazenados” para a morte é revoltante. Os mamíferos são colocados em pastos abarrotados ou em cocheiras estreitas e lotadas; as aves são colocadas  em pequenas gaiolas; não garantido nenhuma qualidade de vida aos animais que vivem ali do nascimento até o momento de sua morte.

 

As “armas” utilizadas para matá-los são variadas: pistolas pneumáticas (projeta uma lança na cabeça do animal para depois ser puxada pelo açougueiro), choques elétricos, marretas e facões. Mas a maneira mais comum é o abate ritual em que os animais estão totalmente conscientes quando suas jugulares são cortadas. Alguns matadouros prendem o animal por uma perna e penduram-no de cabeça para baixo antes que suas gargantas sejam cortadas, resultando em danos dolorosos dos tecidos em 50% das vezes e, em algumas vezes, crises de vômito.

 

Além disso, a forma em que são transportados até os matadouros é torturante e muitos morrem a caminho, pois passam dias sem comer e se movimentar. Ao chegarem aos abatedouros os animais já estão fracos e machucados, mas mesmo assim são submetidos a todo o processo de tortura dos abatedouros.

 

Não existe nenhuma lei que proíba os abatedouros, mas na Declaração Universal dos Direitos dos Animais o artigo 9° diz: “Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor”. Porém, esses direitos são esquecidos, e a cada hora cerca de 400 animais são mortos dessa forma cruel. O ex-beatle Paul McCartney, 65, afirma: “Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos”, o que é verdade, pois ninguém aceitaria essa barbaridade.

 

 

 

Foto1

 

 

Foto2

 



- Postado por: Adriana Luna às 12h31
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O comércio de tubarão pode ser o fim de NOSSA espécie

 

O tubarão, além de ser o quarto animal na lista dos mais selvagens (perdendo para o crocodilo, a abelha e o elefante), é uma parte vital da cadeia alimentar, pois mantém o equilíbrio sob as populações marinhas. Apesar do sensacionalismo, gerado pelas grandes indústrias de pesca, sobre esses animais "mortíferos", a probabilidade de alguém ser atacado por um tubarão é de apenas 1/300 milhões.

 

Para justificar as mortes desses animais marinhos, que chegam a pouco mais de um milhão, foi criada uma imagem assassina de um ser que faz apenas a sua parte no meio ambiente. Estudos comprovam que é mais fácil ser atingido por um raio do que por um tubarão. No mundo inteiro, são registrados cerca de 100 ataques por ano, sendo 20 fatais.

 

Infelizmente, baseado na venda dessa "imagem", a pesca desses peixes carnívoros vem aumentando, colocando em risco não só a espécie como todo o ecossistema. O grande problema é que as populações de tubarões demoram muito para se recomporem, devido ao crescimento lento da espécie. Com esse declínio, todos NÓS podemos estar em perigo.

 

Um dos motivos pelo o qual há a matança desse animal é a extração do óleo (localizado em seu fígado) que está se tornando "um popular aditivo para o sistema imunológico". Essa prática também é movida pela crença de que os tubarões não sofrem de tumores cancerígenos, portanto, pela "lógica", esse óleo previnirá o câncer. As cartilagens também  são usadas com o mesmo objetivo. Um dente pode chegar a valer 100 dólares.

 

Toda uma história, uma sociedade, uma espécie, um ecossistema pode estar em perigo por conta da ambição gerada pelo ser humano. Além de comprarmos uma idéia sem antes a estudarmos, ajudamos a cultivar esse comércio e, com isso, a cavar nosso próprio fim.  

 

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- Postado por: Fernanda Colmenero às 14h59
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Tecnologia do mal

 

Comemora-se hoje o Dia Internacional dos Animais. Há 29 anos, foi escrita a Declaração dos Direitos dos Animais. De lá pra cá, muita coisa mudou, no entanto, será que já podemos dizer que os animais são, de fato, respeitados em nossa sociedade?

 

A Internet vem ganhando cada vez mais espaço entre as mídias de comunicação. Por se tratar de uma ferramenta rápida e de simples acesso, apresenta formas cada vez mais fáceis de integração entre conteúdos e pessoas. Tal fato é muito favorável e representa uma grande conquista do mundo moderno, no entanto, como sempre, o homem já achou um jeitinho de usá-la para fins inescrupulosos.

 

Por se tratar de um espaço democrático, onde cada um tem total direito de dizer tudo o que pensa, já existem centenas de pessoas usando a rede para fazer, entre outras coisas, apologia à violência contra animais. Basta navegarmos um pouco pelo Orkut, por exemplo, para nos depararmos com inúmeras comunidades criadas por pessoas ignorantes que incentivam os maus-tratos de animais: desde brincadeiras cruéis, como colocar gatos dentro de garrafas, até atos de violência sexual, como estupro de capivaras. Sem contar com os perfis pessoais dessas pessoas, que muitas vezes trazem fotos das atrocidades cometidas.

 

A pior parte é que, mesmo cientes dessas barbaridades, nem sempre podemos fazer alguma coisa. A Lei só pune incitação direta ou apologia ao crime de maus-tratos de animais. Isso que dizer que um comentário de incitação genérica, como acontece no caso da comunidade “Eu coloco gatos na garrafa”, não é considerado crime. O autor do post precisaria descrever uma situação em que ele já tenha colocado um gato dentro de uma garrafa para ser indiciado. E mesmo assim, só seria condenado se existem testemunhas que comprovassem o ato.

 

Saber que existem pessoas em nossa sociedade que maltratam animais por pura diversão e ainda se orgulham de contar publicamente suas maldades é revoltante. Pior ainda é saber que essas mesmas pessoas continuam soltas por aí, cometendo cada vez mais barbaridades, porque a Lei não é capaz de pegá-las. 



- Postado por: Débora Spitzcovsky às 10h10
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Crueldade além dos olhos

Animaizinhos indefesos, bonitinhos, carentes. Esse apelo é ótimo para que compremos bichos de feiras de animais, praças, parques e shoppings. Porém, mal sabemos que estamos agindo de forma errada e alimentando uma máfia que só pensa em vender, em lucrar.

 

Os animais vendidos nessas feiras não têm procedência e podem disseminar doenças genéticas, como a displasia cocho-femoral. Muitas vezes, as raças vendidas não são puras, os vendedores não apresentam seus pedigrees e os vendem como se fossem realmente daquela raça.

 

A maior violência está nos abrigos e nas atitudes que os donos desses animais têm. Muitas fêmeas reprodutoras são colocadas para cruzar a cada cio e caso elas são sejam mais úteis na reprodução de sua raça, são sacrificadas. Os lugares onde são abrigados esses cães são superlotados, e cheios de doenças.

 

Para acabar com isso, o governo deve fiscalizar, ir atrás para encontrar se há ou não legalidade nessas feiras de animais. Mas, como isso não ocorre, a melhor opção é adotar medidas preventivas. Muitas cidades se esforçam para reduzir a população de cães e gatos desabrigados. Os projetos vão desde a castração até o treinamento de professores para ensinar as crianças a serem mais responsáveis no trato e na posse de seus mascotes.

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- Postado por: Bárbara Forte às 19h03
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Sacrifício de aves

  

É uma tradicão que, na véspera da festa do calendário hebraico, conhecida como "Dia do Perdão", milhares de frangos morram em rituais em que o sangue desses animais é derramado de forma simbólica para serem depois consumidos por diversas famílias em Israel.

Porém, o rabino Ovadia Yossef sugeriu que tais costumes fossem substituídos por esmolas. A Sociedade Protetora dos Animais (SPA), que luta contra esses costumes dos judeus, parabenizou a atitude do rabino.

  

É bom saber que não só organizações protetoras dos animais mas também outras autoridades lutam a favor dos direitos dessas aves e são contra a matança de animais indefesos em festas tradicionais, costumes de cada religião que infelizmente não deveriam existir.

 



- Postado por: Andressa Monteiro às 15h24
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Proteção aos animais

Como estamos mostrando todos esses dias aqui no blog a violência contra animais é constante e está presente em vários aspectos da vida animal, desde extinção a violência doméstica, muito comum em nossa sociedade.

Nós humanos, teoricamente mais fortes, temos a obrigação de proteger esses animais e não machucá-los como estamos acostumados a fazer. Deviríamos ter respeito e saber enxergar que nós não somos superiores, mas sim eles.  Quem viveria sem o leite e a carne ?  Difícil saber, mas certamenteos animais não precisariam de nós.

Diversas espécies de animais estão acostumadas a viver isoladas no seu habitat, sem precisar de humanos, mas parece que sempre tem alguém pra mexer com tudo isso e atrapalhar o andamento da vida.  Macacos, aves e outros animais vivem bem em seu ambiente e não precisam de mais nada, porém, parece que pessoas inescrupulosas precisam deles para conseguir dinheiro.

O que devemos fazer é denunciar qualquer tipo de violência contra os animais, quando eu digo violência quero dizer maus tratos, seja ela qual for!

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- Postado por: Marina Dias às 15h45
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Alimentação forçada

 

Na Tailândia, a competição religiosa “Porcos de Deus” ocorre há 30 anos. Apesar de ser ilegal, ela é muito tradicional no país. Como ritual, são utilizados porcos que são alimentados forçadamente por seus criadores durante dois anos para depois serem mortos.

 

Os animais são castrados sem anestesia na juventude, pois se acredita que assim ajude-os a engordar mais. Eles sofrem com uma alimentação forçada e não conseguem se locomover por causa do peso anormal que chega a atingir, em média, 600kg. A única forma de locomoção é serem arrastados até os locais de competição. Às vezes são obrigados a ingerir areia e metal pra ficarem mais pesados no dia prova. O excesso peso cria uma tensão quase insuportável para seu esqueleto e para o seu sistema cardiovascular.

 

Embora a lei tailandesa de proteção animal reconheça esse ritual como cruel e ilegal, não há nenhum tipo de investigação e muito menos punição para os criadores que submetem os suínos a esse crime. Alguns grupos de proteção aos animais tentam conscientizar a população desse ato de brutalidade com divulgações de vídeos e fotos na internet. Mas infelizmente, essas competições continuam acontecendo na Tailândia.

O homem que se julga um ser tão racional e inteligente é capaz de encontrar maneiras ridículas e cruéis por diversão, utilizando-se de bichos indefesos que nada fizeram para eles. Esses atos desumanos se tornaram normais para a nossa sociedade que nada faz para mudar a situação.

Assista ao vídeo



- Postado por: Adriana Luna às 11h20
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Ironia

 

 

O canguru é o símbolo australiano que chama a atenção da maior parte dos turistas. Enquanto visitantes tiram foto ao lado desses animais adoráveis, a extinção já é algo previsto. 

 

Anualmente, mais de 11 milhões de cangurus são mortos no território australiano para atingir um único objetivo: Dinheiro. A pele de cangurus é utilizada para fazer chuteiras de futebol, das marcas Adidas, Predator e Umbro XA1, além de  luvas de golfe e de baseball. Infelizmente, a Austrália não é o único país a cometer esse crime. Mais de três milhões de peles são exportadas da Austrália para Europa e EUA. Para disfarçar, os produtos são geralmente marcados com iniciais que escondem seu verdadeiro significado.

 

O governo australiano ainda aumentou o número de animais que podem ser LEGALMENTE mortos para sete milhões, sem incluir os filhotes, é claro.  Além da pele, a venda de carne de canguru também é colocada em prática. Para piorar, o Brasil é um dos países que importa carne desses belos animais, contribuindo para a extinção que já atingiu seis espécies e quatro na Austrália Continental. Agora "apenas" dezessete estão em perigo.

 

O argumento utilizado para tal barbaridade é a de que os cangurus destroem os campos de trigo ou competem pelos pastos das ovelhas. No entanto, um estudo feito pela CSIRO (Commonwealth Scientific & Industrial Research Organisation) constatou que 95% dos campos de trigo nunca foram visitados por cangurus.

 

Percebe-se que vale mais 12 milhões na mão do ser humano do que a preservação da vida de outro ser. O triste é saber que não só a Austrália como outros países do mundo todo também pensam da mesma forma. A esperança "por um mundo melhor" já foi perdida.

 

 

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- Postado por: Fernanda Colmenero às 16h12
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Pet Shops

 

O Brasil aparece hoje como o terceiro maior mercado de pet shops do mundo, estando atrás apenas dos EUA e da China. Para se ter uma idéia, somente em São Paulo existem cerca de 4.200 pet shops, número superior ao de padarias e farmácias da cidade. Os números não negam: as lojas de animais já viraram uma febre no nosso país. É cada vez mais comum nos depararmos com esse tipo de loja nos shoppings, cheias de pessoas de todas as idades encostadas nas vitrines para observar animais em exposição. Os bichinhos, em sua grande maioria filhotes, são adoráveis e é realmente difícil resistir. Porém, pouco se fala dos maus tratos que existem por trás desse comércio de vidas.

 

Cães e gatos que ficam durante horas sem comida e água, em caixas de vidro quentes e abafadas, e que muitas vezes passam meses sem se movimentar; pássaros que ficam em gaiolas minúsculas e superpopulosas e que, quando se machucam, são sacrificados; hamsters que, vivendo em cubículos, brigam, ferem-se e acabam sendo sacrificados também, já que uma consulta veterinária para esses roedores chega a ser, muitas vezes, mais cara do que comprar um novo animal. Sem contar, claro, o stress que esses animais passam por conta do barulho nas lojas: pessoas falando alto, crianças chorando e gritando, batendo nos vidros para chamar a atenção.

 

Assustada com o número de denúncias feitas contra maus tratos em pet shops, a Suipa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais) chegou a lançar em 2004 uma campanha em protesto a grande quantidade de lojas, em todo o país, que vendem animais e os tratam como mera mercadoria. O fim desse “mercado animal” está longe de chegar, mas a atitude é válida para alertar a sociedade contra a violência diária que esses bichos fofinhos, que nos fazem babar nas vitrines, sofrem.

 

Obviamente, não são todas as pet shops que submetem seus animais a algum tipo de violência, porém, identificá-las pode ser difícil, uma vez que esse tipo de prática violenta é camuflada. Para quem pensa em comprar animais de estimação, a melhor opção é mesmo visitar criadores e ver se os animais são bem tratados, se têm espaço e alimentação adequada, se são assustados. Sem esquecer que melhor ainda seria adotar os milhões de animais abandonados nas cachorrinhas de todo o país.

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- Postado por: Débora Spitzcovsky às 10h10
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